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  • 30 Sachês pré-treino - Mais energia para sua atividade física!
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30 Sachês pré-treino - Mais energia para sua atividade física!
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      • 30 Sachês pré-treino - Mais energia para sua atividade física!

        Código 847819
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        L Glutamina 2g + Carnitina 1g + B-alanina 300mg + Coenzima Q10 50mg + Magnésio Quelato 200mg + Ilex Paraguaiensis 150mg + Chá verde 300mg + Resveratrol 50mg...30 Sachês 30 (sabor limão ou laranja).
        Maior força, melhor desempenho, maior energia e por mais tempo. Ajuda a queimar gordura localizada e aumentar a massa magra. Melhora a resistência, a perda de peso e maior definição muscular.
        Uso: Tomar um sachê meia hora antes do treino.
        São realizadas análises das substâncias em nosso laboratório de controle de qualidade. Os resultados e eficácia desses insumos foram avaliados e comprovados pelo fabricante. Estudos conclusivos que comprovam sua ação estão descritos e citados em referências bibliográficas. Não há como garantir os resultados dos mesmos, pois dependem de vários fatores: sua correta utilização, de pessoa para pessoa, fatores ligados a alimentação, dietas, exercícios físicos, outras reações que possam interferir no tratamento. 
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30 Sachês pré-treino - Mais energia para sua atividade física!

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30 Sachês pré-treino - Mais energia para sua atividade física!, L Glutamina 2g + Carnitina 1g + B-alanina 300mg + Coenzima Q10 50mg + Magnésio Quelato 200mg + Ilex Paraguaiensis 150mg + Chá verde 300mg + Resveratrol 50mg...30 Sachês 30 (sabor limão ou laranja). Maior força, melhor desempenho, maior energia e por mais tempo. Ajuda a queimar gordura localizada e aumentar a massa magra. Melhora a resistência, a perda de peso e maior definição muscular. Uso: Tomar um sachê meia hora antes do treino. São realizadas análises das substâncias em nosso laboratório de controle de qualidade. Os resultados e eficácia desses insumos foram avaliados e comprovados pelo fabricante. Estudos conclusivos que comprovam sua ação estão descritos e citados em referências bibliográficas. Não há como garantir os resultados dos mesmos, pois dependem de vários fatores: sua correta utilização, de pessoa para pessoa, fatores ligados a alimentação, dietas, exercícios físicos, outras reações que possam interferir no tratamento. 
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    • L GLUTAMINA
      Suplemento alimentar
      Indicação:

      É um produto do metabolismo do acido glutâmico, usado como suplemento dietético e para regular a atividade das células cerebrais.
      Propriedades:
      A glutamina é um aminoácido não essencial, cujo papel no metabolismo protéico e no transporte de nitrogênio entre diversos órgãos, tem sido muito pesquisado, principalmente quanto à possibilidade de se tornar essencial em casos de demanda aumentada. Sua ação trófica sobre a mucosa do intestino delgado já é bastante conhecida. Trabalhos experimentais recentes têm demonstrado a ação desse aminoácido sobre a parede colônica, com potencial aplicabilidade clínica.
      Esse aminoácido é encontrado em concentrações relativamente altas em diversas células de mamíferos, quando pode funcionar como captador de amônia e doador de nitrogênio para a síntese de vários compostos, tais como nucleotídeos, mucossacarídeos e aminoácidos.
      A glutamina é o aminoácido mais abundante no sangue, correspondendo a um terço do nitrogênio circulante sob a forma de aminoácidos. Sua concentração varia de 600 a 800 mM e funciona como veículo para o transporte de nitrogênio, que irá dar suporte à síntese de uréia no fígado e de amônia no rim. Estudos demonstraram por diferença de concentração artério-venosa, que uma quantidade significativa de glutamina é absorvida pelas vísceras drenadas pelo sistema porta. Diversos estudos têm demonstrado que a mucosa do intestino delgado é a principal responsável por essa absorção. Outros trabalhos demonstraram o papel fundamental desempenhado pelo fígado no metabolismo desse aminoácido, sendo capaz de funcionar como consumidor ou produtor de glutamina, de acordo com as necessidades de diversos processos fisiológicos ou patológicos.
      A concentração de glutamina no sangue cai significativamente em doenças graves, levando a um estado de depleção acentuada desse aminoácido. Pode ser observada uma diminuição de até 75 % na concentração intracelular de glutamina no músculo estriado de pacientes sépticos, sendo essa diminuição correlacionada à mortalidade.
      As células epiteliais da mucosa colônica utilizam como fonte energética primária, ácidos graxos de cadeia curta, principalmente os ácidos acético, propiônico e butírico. Esses são formados pela fermentação bacteriana anaeróbia de fibras residuais contidas no bolo fecal. Em segmentos derivados do cólon, a ausência do bolo fecal impede essa formação e sua conseqüente absorção e utilização pelas células epiteliais. Nessa situação, a glutamina, que é um substrato energético secundário para essas células, passa a ser primordial, podendo ser utilizada preferencialmente à glicose como fonte energética.
      Estudos experimentais recentes têm demonstrado que a glutamina pode ser um elemento com atividade energética e trófica importante para o cólon submetido a situações de estresse, como é o caso de segmentos derivados. Esses segmentos apresentam atrofia da parede, principalmente às custas do epitélio, tendo o emprego de glutamina evitado essas alterações.
      De modo semelhante, segmentos colônicos submetidos à radiação, apresentam uma diminuição do seu conteúdo de colágeno, com conseqüente diminuição da pressão de ruptura e maior risco de deiscência, em anastomoses neles realizadas. A suplementação de glutamina nesses animais foi capaz de atenuar significativamente esses efeitos da radiação.
      Contra-indicações
      Não constam.
      Posologia
      É usada na faixa de 20 a 100mg ao dia
      Precauções / Reações adversas / Interações Medicamentosas
      Não constam
      Referências Bibliográficas
      1. P.R. Vade-mécum Brasil. 2006/2007
      2. ANFARMAG. Manual de equivalência - 2. edição. São Paulo. 2006.
      3. BATISTUZZO, J.A.O., ITAYA, M., ETO, Y. Formulário Médico Farmacêutico. 3 ed., São Paulo : Pharmabooks, 2006.
      4. LOPES, P.F. Efeitos da glutamina sobre a parede intestinal e sua aplicabilidade potencial em coloproctologia. Rev Bras Coloproct, 2005;25(1):75-78.
      5. ANFARMAG. Manual de equivalência – 2ª edição. São Paulo. 2006.
      6. MARTINDALE – The Extra Pharmacopoeia. 29ªEd. 1989. 

      L CARNITINA
      (Regularizador do metabolismo muscular)
      Indicação
      Deficiência primária de carnitina (episódios recorrentes de encefalopatias do tipo síndrome de Reye, hipoglicemia hipocetótica e miocardiopatia; sintomas associados: hipotonia, debilidade muscular). Deficiência secundária de carnitina. Coadjuvante no tratamento do mal de Alzheimer, hipoxia cardíaca,insuficiência cardíaca congestiva,correção do perfil de lipoproteínas em pacientes em diálise, profilaxia da toxicidade do ácido valpróico.
      Propriedades
      A carnitina (levocarnitina) é uma substância de origem natural que participa no transporte dos ácidos graxos de cadeia longa através da membrana interna mitocondrial. Sua presença é requerida no metabolismo energético dos mamíferos, especialmente para a utilização dos lipídicos (ácidos graxos) como fonte de energia do músculo esquelético e cardíaco (os ácidos graxos são a principal fonte). A carnitina promove a eliminação dos ácidos graxos (orgânicos) em pacientes com alterações metabólicas dos ácidos graxos ou em metabolopatias que promovam o acúmulo dos ésteres de acetil-CoA. A carnitina favorece a eliminação dos ésteres de acetil-CoA por formação de acetil-carnitina, que é rapidamente excretada.Quando administrada por via oral possui biodisponibilidade absoluta de 14%-15%, não sofre ligação às proteínas plasmáticas e suas meias-vidas de distribuição e de eliminação terminal foram 0,585h e 17,4h, respectivamente. A determinação das concentrações plasmáticas de carnitina livre é importante antes do início do tratamento e como monitoração durante seu transcurso para evitar o acúmulo e a toxicidade.
      Contra-indicações
      Não constam.
      Posologia
      Adultos: de 1 a 3g/dia, via oral, divididos em duas ou três tomadas (a administração deve ser iniciada com 1g/dia); por via parenteral administram-se 50mg/kg, em infecção em bolus lenta (2 a 3 minutos), até um máximo de 6 vezes por dia. Crianças: de 50 a 100mg/kg/dia, em doses divididas.
      Precauções
      Por não existirem provas conclusivas em seres humanos, recomenda-se não administrar em gestantes a menos que a mãe precise definitivamente desse medicamento. A lactação deve ser suspensa.
      Reações adversas
      Transtornos gastrintestinais leves como náuseas, vômitos, cólicas abdominais e diarréia. Miastenia leve
      Em pacientes urêmicos. Pode ocorrer odor corporal, que pode ser eliminado reduzindo a dose. Os transtornos gastrintestinais podem ser diminuídos se o medicamento for administrado em solução oral mais diluído do que habitualmente.
      Superdosagem
      Não foi descrita; mesmo assim, doses elevadas de carnitina poderiam causar diarréia. O tratamento deve ser de suporte e sintomático.
      Referências Bibliográficas
      1. P.R. Vade-mécum Brasil. 2006/2007
      2. ANFARMAG. Manual de equivalência – 2ª edição. São Paulo. 2006.

       

      β-ALANINA
      (Aumento da força e resistência muscular)
      Descrição
      β-alanina é um aminoácido encontrado no cérebro e usado na síntese do ácido pantotênico (vitamina B5). Desde que a sensibilidade de resposta neuronal do receptor à β-alanina demonstra que o composto pode ser um transmissor falso que substitui o Ácido gama aminobutírico. É um aminoácido que atua como vasodilatador periférico.
      Propriedades
      • A β-alanina é um precursor direto e potencializador mais eficaz da carnosina, ou seja, trabalha aumentando a capacidade de recuperação dos músculos através da elevação das reservas de carnosina.
      • β-alanina eleva as concentrações de carnosina nos músculos, que aumenta a habilidade para trabalhos musculares pesados, prevenindo-os de se tornarem muito ácidos durante exercícios físicos intensos;
      • A carnosina é um substrato para a síntese de óxido nítrico, responsável por controlar a circulação do sangue, assim como regular atividades do cérebro, pulmões, fígado, rins, estômago e outros órgãos.
      • Radicais livres produzidos pela queda brusca dos níveis de Carnosina causam a peroxidação lipídica, assim como a carbonilação de proteínas e fosfolipídeos, fazendo com que as proteínas se separem em um processo chamado proteólise, evitada pela disponibilidade de Carnosina nos músculos.
      Indicações
      • Aumento da força e resistência muscular;
      • Potencializa os efeitos da creatina e da carnosina;
      • Tratamento da menopausa;
      • Pessoas com dieta baixa de proteínas.
      Contra-indicações
      Intolerância à β-alanina.
      Toxicidade/Efeitos Adversos
      Não possui muitos efeitos colaterais, mas pessoas com problemas renais ou no fígado, devem consultar o médico antes de ingerir aminoácidos em doses elevadas.
      Doses - Via oral
      Sugestões de uso:
       400mg uma à três vezes ao dia para tratamentos de menopausa.
       Tomar aproximadamente 1300 a 1500mg de Beta-alanina e 300 a 400mg de L-Histidina 30 a 60 minutos antes do exercício.
      Referências Bibliográficas:
      DUNNET. M. & Harris RC: Influence of oral beta-alanine and L-Histidine supplementation on the carnosine content of glúteus medius. Equine Vet J 30:499-504, 1999.
      Maynard ML, et al. Hihg levels of dietary carnosine are associated with increased concentrations of carnosine and in rat soleous muscle. J Nut 131: 287-290,2001.


      Coenzima Q10
      É uma substância natural, química, semelhante à vitamina e produzida pelo corpo, mas essa produção decresce à medida que a idade avança. Após os 30 anos a quantidade fabricada pelo organismo é tão pequena que o nutriente se tornará essencial, pois suas células não obtêm a quantidade suficiente de Coenzima Q-10. Ela está sendo apontada pelos cientistas como um poderoso antioxidante novo e seu uso indicado para melhorar o funcionamento cardíaco. Pode evitar e tratar as cardiopatias. A cardiomiopatia – um enfraquecimento possivelmente fatal do músculo cardíaco – deixa o coração muito fraco para bombear o sangue necessário, deixando o doente incapacitado e candidato a transplante de coração. Uma pesquisa sobre CoQ10, iniciada em 1957, descobriu que no sangue dos cardiopatas há 25% menos CoQ10 do que nos indivíduos sadios. A Coenzima Q-10 tem sido usada em muitos países para tratar de doenças crônicas relativa ao envelhecimento, principalmente para os cardíacos. No Japão e na Europa é aprovada para o tratamento de insuficiência cardíaca congestiva. Em Israel os hospitais também a administram a pacientes com insuficiência cardíaca congestiva. Na Suécia pesquisadores descobriram que os baixos níveis de CoQ10 no sangue sinalizavam morte em pacientes cardíacos. O Dr. Robert Atkins, no seu livro A Revolução do Vitanutriente, cita que três estudos separados demonstraram que após administrarem Coenzima Q10 a milhares de pessoas com insuficiência cardíaca, obtiveram uma melhora de 75% na função pulmonar, do edema e das palpitações, sem efeitos colaterais. Nada na cardiologia tradicional chega perto desse tipo de sucesso. 
      INDICAÇÕES
      - Fortalecer o sistema imunológico;
      - Ajudar as células do coração a funcionarem com mais eficiência;
      - Aumentar a capacidade de bombeamento do coração;
      - Aumentar a absorção de oxigênio pelas células do músculo do coração;
      - Ajudar a reciclar a Vitamina E no organismo, além de intensificar sua potência;
      - Tratar a falência renal;
      - Eliminar efeitos colaterais de drogas para insuficiência cardíaca;
      - Prevenir as lesões oxidativas dos radicais livres;
      - Combater o estresse; - Ser o principal combustível da mitocôndria (responsável pela produção de energia na célula);
      - Proteger a mitocôndria, evitando doenças degenerativas do cérebro, como: perda gradual da memória, doença de Alzheimer e de Lou Gehrig; e
      - Atuar como oxidante dentro da mitocôndria, destruindo os radicais peróxido, após sua formação.
      CONTRA-INDICAÇÕES
      Pacientes portadores de deficiência renal grave. Pode ocorrer palpitação e sudorese. Nos últimos 20 anos foram publicados numerosos artigos de pesquisa e ensaios clínicos, além de vários livros e estudos importantes sobre o cofator essencial coenzima Q10 (CoQ10), intensamente pesquisado no Japão e nos Estados Unidos. A principal área de pesquisa e avaliação crítica foi a das cardiomiopatias, onde os efeitos benéficos da terapia com CoQ10 de melhora da função cardíaca são particularmente evidentes em casos de insuficiência cardíaca congestiva, isquemia do miocárdio, angina péctoris e hipertensão arterial. Outras áreas de uso potencial incluem doenças periodontais, disfunções do sistema imunológico, diabetes mellitus e distrofias musculares. A CoQ10 representa a medicina ortomolecular na sua verdadeira acepção. Ela é biossintetizada no tecido humano, mas a necessidade orgânica desse cofator essencial também pode ser suprida por meios dietéticos (encontrada na carne de vaca, sardinha, espinafre e no amendoim). A CoQ10 é um nutriente ou agente terapêutico quase perfeito, devido à sua baixa toxicidade e porque a suplementação com CoQ10 não provoca perturbações maiores no metabolismo da CoQ10 endógena. Por último, ela pode ter efeitos extraordinários sobre o resultado do tratamento de uma série de graves condições mórbidas. Algumas das propriedades biológicas da CoQ10 podem explicar seu papel biológico: Cofator essencial da produção celular de energia. A CoQ10 é um componente essencial da cadeia respiratória mitocôndria na da célula e desempenha um importante papel na produção de ATP, principal fonte de energia celular. A CoQ10 pode ser de grande valia para pacientes com grave insuficiência, ajudando-os a dar uma guinada dinâmica em seu estado geral. Necessária para o uso eficiente de oxigênio. A CoQ10 também parece controlar o fluxo de oxigênio intracelular. Podemos compreender sua ação como uma diminuição da hipóxia e do impacto da isquemia sobre o coração em condições de aporte insuficiente de oxigênio. Propriedades antioxidantes. Foi constatado que a CoQ10 desempenha um papel antioxidante inespecífico na célula e pode diminuir o dano potencial de radicais livres resultantes da peroxidação de ácidos graxos insaturados na célula. Tais propriedades biológicas se refletem em ganhos nutricionais e benefícios para as condições gerais de saúde, particularmente nos seguintes aspectos:
      - Melhora a produção de energia e a performance física. Os atletas, particularmente os de faixa etária mais avançada, podem ser beneficiados com o uso da CoQ10
      - Melhora a função cardiovascular, regenerando tecidos lesados, e promove a melhora de distúrbios do sistema cardiovascular como a hipertensão arterial.
      - Previne e cura doenças periodontais. Estudando o tratamento das doenças periodontais com CoQ10, descobriram que o tecido gengival afetado era deficiente em CoQ10, enquanto o tecido saudável dos mesmos pacientes não apresentava essa deficiência. O tratamento com CoQ10 aumentou em muito o rítmo de cura do tecido afetado. A CoQ10 muitas vezes não apenas fez reverter o avanço da doença, mas estimulou o recrescimento de tecido saudável. Mostrou-se particularmente útil para diminuir a inflamação e a dor. Estimula o sistema imunológico. A CoQ10 estimula o sistema imunológico enfraquecido ou comprometido, melhorando não somente produção de anticorpos e de linfócitos T, mas também como aumentando a atividade fagocitária. Incrementa o fluxo energético intracelular.
      -Neutraliza os radicais livres. É parte importante do sistema de defesa antioxidante da célula. Acredita-se que o dano oxidativo causado pelos radicais livres contribua não apenas para o processo de envelhecimento, mas para a patogênese de muitas doenças cardiovasculares, neoplasias, artrites e vários distúrbios auto-imunes. A CoQ10, além de servir como cofator da produção de energia, funciona como um antioxidante tão eficaz quanto a vitamina E no tecido cardíaco, mas menos eficiente em tecido hepático. Este estudo sugere que a suplementação de CoQ10 deve ser incluída em qualquer programa antioxidante abrangente.
      - Retarda o processo de envelhecimento. A propriedade anti-envelhecimento pode ser devida à capacidade da CoQ10 de melhorar o estado de energia das células e aumentar a eficiência da utilização do oxigênio. Estudos demonstraram que o conteúdo de CoQ10 diminui com o avançar da idade, especialmente nos tecidos cardíaco e hepático. Protegendo as células contra a peroxidação, a CoQ10 aumenta a tolerância de idosos e sedentários ao exercício físico e pode corrigir falhas do sistema imunológico.
      - O declínio dos níveis de CoQ10 pode ser uma possível explicação para uma série de condições associadas ao envelhecimento, como uma maior vulnerabilidade às infecções bacterianas e virais ou uma maior prevalência de doenças periodontais. Estudos efetuados em ratos com CoQ10 demonstraram parciais de declínios na função imunológica relacionados com a idade. Além disso, constatou-se que a CoQ10 tem a capacidade de aliviar possíveis efeitos tóxicos das drogas comumente usadas para tratar doenças mais prevalentes em idosos, como neoplasias e hipertensão arterial. Com efeito, estudos demonstraram que, com a suplementação de CoQ10, doses mais elevadas dessas drogas podem ser usadas com efeitos mais contundentes contra as doenças em tratamento. Assim sendo, seja por estimular a produção e o aproveitamento energético celular, corrigir falhas do sistema imunológico, por suas propriedades antioxidantes ou por sua capacidade de minorar efeitos tóxicos de drogas, a CoQ10 pode afetar favoravelmente os fenômenos de envelhecimento.
      - Estudos de longevidade em ratos demonstraram que a suplementação semanal de CoQ10 (em forma de emulsão) aumentou significativamente a duração da vida quando o tratamento foi iniciado no ponto médio da expectativa de vida. As doses usadas nos ratos foram mais ou menos equivalentes a dose de 30 miligramas por dia de CoQ10 utilizada em seres humanos .Este é um resumo do artigo escrito pelo Dr. Roger V. Kendall, publicado na Revista de Oxidologia de dezembro de 1994
      DOSAGEM / CONCENTRAÇÃO USUAL
      O bioquímico Célio Mendes, da farmácia PHD, diz que a dose diária, para ter algum benefício, deve ser acima de 100 mg. Estudos têm mostrado que a CoQ10 chega ao seu nível máximo no sangue após uma única dose de 100 mg. Segundo o Dr. Langsjoen, não há qualquer problema em tomar de 100 a 200 mg de uma só vez, no lugar de dividir doses. Quanto mais as pesquisas avançam, mais os médicos aprendem que quanto mais alta a dose, maiores são os benefícios. Dr. Atkins recomenda de 50 a 100 mg diários, como dosagem preventiva e de 200 a 300 mg/dia se você tiver algum problema de saúde relacionado ao coração, hipertensão, metabolismo ou nível de energia.
      REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA
      Informe técnico do fabricante


      MAGNÉSIO
      Quarto mineral em abundância no corpo humano, o Magnésio só começou a despertar interesse no campo da nutrição, ao longo dos últimos anos. Pesquisas revelaram o seu importante papel em vários sistemas enzimáticos, especialmente, aqueles ligados à estimulação do transporte ativo do Na-K mediado pelo sistema ATPase. O Magnésio também desempenha funções primordiais na transmissão neuroquímica, na homeostase cardíaca, na excitabilidade dos músculos esqueléticos e na manutenção de níveis intracelulares normais do Cálcio, Sódio e Potássio.
      Por estar presente em tantos sistemas importantes, a deficiência de Magnésio pode trazer graves conseqüências, até mesmo fatais para o organismo humano. Mas, infelizmente, sua deficiência reconhece como tal dentro do campo da nutrição e da medicina, sendo raramente diagnosticada. Uma das razões deve-se à ausência de testes de laboratório que possam identificar a deficiência de Magnésio com clareza. Estudos feitos a partir de diferentes procedimentos, mostram que 7 % a 65 % da população pesquisada sofre de hipomagnesemia. A mais recente pesquisa do USA Food Consumption Survey sobre consumo de alimentos revelou que 74 % das pessoas entrevistadas ingeriam níveis inferiores do preconizado ortodoxamente de Magnésio.
      Normalmente, pessoas com grave deficiência de Magnésio sofrem de anorexia, apresentam confusão mental e vômitos. Entre outros sintomas estão : irritabilidade neuromuscular, tremores, ataques, vertigens, ataxia, nistagmo, disartria, etc. Enquanto é possível detectar com segurança sintomas de deficiência de Magnésio em casos graves como esses, outras pessoas continuam a correr o risco de terem distúrbios cardiovasculares graves, decorrentes da deficiência de Magnésio, sem apresentar qualquer sintoma externo.
      Funções

      • Síntese e utilização de compostos de alta energia;
      • Ativação de reações que transferem radicais fosforilados; transformação da B1 ( tiamina ) na forma ativa;
      • Síntese de transportadores de elétrons e prótons;
      • Síntese e ativação de enzimas;
      • Estabilização das membranas : diminuição de Mg = aumento de Ca e Na e diminuição de K;
      • O Mg atua nas bombas dependentes de ATP que regulam o transporte ativo de Ca, Na, K;
      • O Mg mantém a proporção entre a fosforilação e a oxidação na mitocôndria e produz ATP;
      • Diminuição de Mg aumenta a velocidade da respiração celular e diminui a fosforilação;
      • Diminui o índice de F/O, ocasiona o aumento de O2 e conseqüente aumento de radicais livres;
      • Nos ribossomas o Mg atua na formação de peptídeos dependentes de Mg;
      • Mg protege os lisossomas com diminuição de necrose;
      • Mg protege a integridade do DNA ativando as exonucleases;
      • Ação sedativa sobre SNC:
      • Aumenta a eficiência muscular;
      • Diminui a hiperexcitabilidade neuromuscular ( evita que o Ca entre na célula );
      • Diminui a excitabilidade da fibra muscular.

      No coração :
      • Atua como antagonista natural do Ca;
      • Na síndrome pré-menstrual/ amenorréia primária há deficiência de vitamina B6 e Mg. A vitamina B6 age de forma integrada com o Mg, ou seja, auxilia o Mg a se manter na fase intracelular. Com aumento de Mg, ocorre a normalização da membrana e a entrada de Ca para que diminua a contração nas cólicas. 
      • Normaliza a condutividade e irritabilidade das fibras cardíacas;
      • Possuí efeitos cardioprotetores;
      • Mg é antitrombogênico;
      • Inibe agregação plaquetária;
      • Diminuição de Mg, diminuição da deformidade de hemáceas. 
      • Crescimento e mineralização dos ossos;
      • O Magnésio quelato não gera efeitos colaterais gastrointestinais;
      Referência Bibliográfica
      Informe técnico do fabricante

      Ilex Paraguariensis 
      (Saciedade Precoce)

      DESCRIÇÃO 
      Ilex Paraguariensis tem sido usada há séculos pelos povos indígenas, como bebida medicinal. A espécie ganhou atenção em toda a América Latina chegando a ser utilizada nos Estados Unidos e Europa como superior ao chá verde e ao goldenberry. 
      Funck A., 2008 mostra em seu trabalho, que os principais fitoquímicos presentes na Ilex Paraguariensis responsáveis por sua propriedade na perda de peso são as metilxantinas e as saponinas; já os compostos fenólicos derivados de cafeiol como ácido caféico e clorogênicos conferem importante ação antioxidante e antiglicante.


      Ilex Paraguariensis pode ser utilizada para: 
      Retardo no esvaziamento gástrico; 
      Redução do Quociente Respiratório – QR, devido ao aumento da oxidação de gorduras; 
      Ativação da Adenosina Monofosfato Kinase – AMPK, favorecendo a redução da gordura visceral.

      APLICAÇÕES 
      1. Teste Clínico para Controle de Peso 
      Estudo sobre o esvaziamento gástrico, perda e manutenção de peso à longo prazo em pacientes que ingeriram a associação de extratos contendo Ilex Paraguariensis
      Resultados: Prolonga o tempo de esvaziamento gástrico em 58 minutos, comparado aos 38 minutos do placebo. A perda de peso durante 10 dias foi em média de 800g e com 45 dias de aproximadamente 5kg
      A continuidade do tratamento com as cápsulas resultou na manutenção do peso corporal de 73kg no início do monitoramento para 72,5kg ao final de 12 meses.

      2. Testes Pré-Clínicos 
      Estudo mostra que Ilex Paraguariensis pode suprimir o apetite e prevenir a obesidade, induzida por dieta gordurosa in vivo. Verificou-se que após 60 dias de suplementação da dieta gordurosa com extrato de Ilex Paraguariensis, a redução do peso corporal foi de 7%. 
      Conclui-se ainda que, a ação conjunta dos ácidos cafeiquínicos, da cafeína, teobromina e saponinas levaram a redução da leptina circulante, contribuindo para melhora da resposta cerebral sinalizadora da saciedade levando a redução do peso e da gordura visceral. Já os efeitos hipocolesterolêmicos do extrato são atribuídos, principalmente ao seu conteúdo de saponinas e cafeína. 
      Silver em 2009, observou que a ingestão de Ilex Paraguariensis teve um efeito modulador na expressão de vários genes relacionados à obesidade. Em seu estudo, os ratos obesos tratados apresentaram acentuada atenuação do ganho de peso, adiposidade e restauração dos níveis séricos de colesterol, trilicérides, LDL-colesterol e glicose.

      3. Gordura Visceral 
      Ilex Paraguariensis
       melhora a obesidade induzida por dieta rica em gordura, através do papel potencial da Adenosina Monofosfato Kinase- AMPK no tecido adiposo visceral. 
      MPK é parte de um mecanismo que coordena as alterações no metabolismo lipídico de anabolismo para catabolismo em caso de escassez de energia. Portanto, a AMPK pode levar a inibição da síntese de ácidos graxos e ativação da oxidação, mediada por AMPK, desempenhando um papel na regulação da alimentação. 
      O estudo concluiu que o extrato de Ilex Paraguariensis pode ter efeito protetor contra a obesidade em ratos através de uma maior expressão de proteínas desacopladoras e fosforilação da AMPK, elevada no tecido adiposo visceral.

      4. Quociente Respiratório – QR 
      É a quantidade de oxigênio necessário para oxidar completamente átomos de carbono e hidrogênio, presentes nas moléculas dos substratos energéticos. 
      Ilex Paraguariensis reduz o quociente respiratório indicando aumento na proporção de gordura oxidada, um efeito favorável para a redução da gordura corporal.

      **Ingestão de Ilex Paraguariensis 15´ antes das principais refeições**

      Saciedade Precoce 
      - Aceleramento da Plenitude Gástrica 
      - Início do Retardo do Esvaziamento Gástrico 
      - Redução da Leptina Circulante

      Redução da Gordura (Corporal + Visceral)
      - Redução do Quociente Respiratório
      - Ativação da Adenosina Monofosfato Kinase (AMPK)

      5. Efeito Hipolipidêmico
      Teste in vitro comprova que o extrato de Ilex Paraguariensis inibe a atividade da lipase pancreática e tem efeito hipolipidêmico em ratos obesos com dieta induzida de alto teor de gordura. Os resultados mostraram que o extrato inibiu tanto a lipase pancreática suína e humana, suprimiu o aumento de peso corporal, diminuiu os níveis séricos de triglicérides e de LDL colesterol, após terem sidos alimentados com dieta rica em gordura. 
      Em estudo in vivo concluiu-se que o consumo melhorou os parâmetros lipídicos em indivíduos normolipidêmicos e dislipidêmicos, e proporcionou uma redução adicional do LDL-colesterol em indivíduos hipercolesterolêmicos em tratamento com estatinas, que podem reduzir o risco de doenças cardovasculares.

      6. Atividade anti-glicante e Antioxidante
      Ilex Paraguariensis 
      atua como antioxidante por três mecanismos diferentes: cobre, lipoxigenase e peroxinitrito, contribuindo para a redução do risco de desenvolvimento de doenças crônicas relacionadas a processos oxidativos. Também melhora em até 50% a capacidade antioxidante e a resistência do plasma e LDL à lipoperoxidação lipídica.
      ácido caféico e clorogênico presentes no extrato são os principais responsáveis pelo efeito anti-glicação.

      Comparativo ao Chá Verde
      Constatou-se que os polifenóis de Ilex Paraguariensis são cerca de 2 a 2,5 vezes maior em comparação com as formulações do chá verde. O maior efeito dos polifenóis de Ilex Paraguariensis pode ser divido não apenas as concentrações mais altas, mas as diferenças na composição desses compostos fenólicos.
      O valor ORAC medido do Ilex Paraguariensis é de 180.000μmol/100g que o classifica como superior em relação a outros extratos de ervas e plantas conhecidas.

      Outras aplicações
      Pode estimular o Sistema Nervoso Central, além de apresentar efeito diurético.

      Concentração de Uso:
      50 a 100mg – tomar 15 minutos antes das principais refeições.

      Contra-indicações:
      Não há relatos na literatura.

      REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA
      Literatura do Fabricante


      CHÁ VERDE
      Diurético, adstringente, antibacteriano, estimulante e radioprotetor
      INDICAÇÕES
      O uso de folhas de chá verde e seu extrato são usados pelos chineses há milhares de anos, o seu uso incluem prevenção de cânceres, cáries dentárias, hipercolesterolemia e aterosclerose, forma de produtos solúveis, como chá alimentício e estimulante, utilizado como auxiliar de regimes dietéticos, antipruriginoso e emoliente em afecções dermatológicas aprovado em virtude de suas ações diuréticas, estimulantes, adstringentes, antibacterianos e radioprotetoras. O chá verde também tem propriedade cicatrizante e digestiva, e é usado nos tratamentos de obesidade associado a outros princípios ativos.
      PROPRIEDADES
      O chá verde contém polifenóis (catequinas), metilxantinas (cafeína, teofilina, teobromina). Os extratos de chá verde preparados comercialmente são padronizados para conter 60 % de polifenois e dependendo do método de preparação o chá pode conter 1 a 5% de cafeína, taninos até 24 % entre outros constituintes como flavonóides e triterpenicos.
      O efeito quimiopreventivo do chá verde é atribuído aos polifenois acredita-se que esses agentes inibam a proliferação celular e as atividades relacionadas ao desenvolvimento de tumores, exercendo ações antioxidantes no sangue em até 50%, esse impulso ocorre aproximadamente meia hora depois de se tomar o chá. Também melhora a eficiência do sistema enzimático de desintoxicação do Fígado. Os flavonóides inibem a peroxidação lipídica in vivo e in vitro. Existem relatos de inibição de autoxidação do ácido linoleico, oxidação de LDL, peroxidação de fosfolipídios da membrana, peroxidação lipídica microssomal e mitocondrial, lise e peroxidação de eritrócitos e fotoxidação e peroxidação de cloroplastos. A cafeína presente no chá verde produz estimulação do SNC enquanto os polifenois inibem a carcinogenese da pele induzida pelos raios ultravioletas. A cafeína acompanhada de um pouco de xantina, teofilina e adenina, possui propriedades estimulantes. As bases xantínicas apresentam uma ação diurética e tônico-estimulante, a qual é bem mais suave que a exercida pelo Café, apresentando um efeito mais prolongado em tempo. A mesma se dá através da inibição enzimática da fosfodiesterase, a qual gera um aumento de AMP cíclico e desta forma tem-se maior atividade catecolaminérgica. Todo esse mecanismo é regulado pela presença dos polifenóis, os quais formam um complexo com a enzima oxi-metiltransferase responsável pela destruição da adrenalina, e assim as catecolaminas permanecem mais tempo no organismo.
      Atribui-se aos taninos catequicos a ação antibiótica contra Vibrio cholera, além da propriedade antidiarréica por inibição das toxinas estafilocócica e colérica O chá verde também foi sugerido como adjuvante no tratamento da AIDS/SIDA para prevenir mutantes resistentes a drogas, em virtude de sua ação antimutagênica. O chá verde também esta associado a efeitos hipocolesterolemicos e a redução da aterosclerose. Foi demonstrado atividade antibacteriano contra Staphylococcus aureus resistente a meticilina e contra Yersinia enterocolitica in vitro. Acredita-se que o fluoreto e os taninos encontrados no chá verde possam diminuir as caries dentarias.
      DOSE USUAL
      125 a 500mg ao dia do extrato padronizado a 60%
      PRECAUÇÕES
      Em caso de reações alérgicas mediadas pela imunoglobulina em pacientes com asma induzida por chá verde.
      Avisar o paciente que o chá verde contém cafeína.
      INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS
      Doxorrubicina pode potencializar a atividade antitumoral da doxorrubicina. Monitorizar o paciente.
      Leite: pode inibir os efeitos antioxidantes do componente polifenólico, evitar o uso concomitante. 

      RESVERATROL
      A supermolécula que previne doenças
      NOME CIENTÍFICO: Polygonum cuspidatum.
      PARTE UTILIZADA: Raiz.
      NOME QUÍMICO: (E)-5-(p-Hydroxystyryl) resorcinol (E)-5-(4-hydroxystyryl) benzene -1,3-diol / 3,4',5- Stilbenetriol / trans-Resveratrol.
      FÓRMULA MOLECULAR: C14H12O3.
      SINÔNIMO: Transresveratrol.
      INTRODUÇÃO
      O Resveratrol é uma fitoalexina, um polifenol, produzido naturalmente por várias plantas sob o ataque de patógenos como bactérias ou fungos, e radiação UV. É vendido como um suplemento nutricional derivado principalmente da knotweed japonês (Polygonum cuspidatum) com álcool de cereais. A forma trans pode sofrer isomerização do cis-forma, quando expostos à radiação ultravioleta. Possui uma série de efeitos benéficos à saúde, tais como atividade antiviral, anticancerígeno, neuroprotetor, antienvelhecimento e efeitos anti-inflamatórios.
      DESCRIÇÃO
      O Resveratrol foi isolado originalmente das raízes de heléboro branco em 1940 e, posteriormente, em 1963, a partir das raízes de knotweed japonês. No entanto, ele atraiu mais atenção apenas em 1992, quando foi indicada a sua presença no vinho como explicação para o efeito cardioprotetor. O Resveratrol é encontrado principalmente na casca em uvas muscadine, e também nas sementes. A quantidade encontrada na casca da uva também varia de acordo com o cultivo, a sua origem geográfica, exposição e infecção fúngica. A quantidade de tempo que a fermentação de um vinho passa em contato com a casca da uva é um fator determinante para o conteúdo de Resveratrol. O nível de Resveratrol encontrado em alimentos varia bastante. Vinho tinto contém entre 0,2 e 5,8mg/L, dependendo da variedade da uva, enquanto o vinho branco tem bem menos - a razão é que o vinho tinto é fermentado com as cascas, permitindo que o vinho possa absorver o Resveratrol, enquanto o vinho branco é fermentado depois que a casca foi removida. Vinhos produzidos com uvas muscadine, no entanto, vermelho e branco, podem conter mais de 40 mg/L.
      PROPRIEDADES
      O amplo benefício do Resveratrol está sendo comprovado em diversas pesquisas no mundo, atualmente inúmeros estudos em animais e em seres humanos estão sendo realizados. Página 3 de 10 Resveratrol atua como antioxidante natural protege o organismo contra doenças. Contribui na prevenção de doenças cardiovasculares, abaixa a taxa de colesterol, retarda o envelhecimento e melhora gota e artrite. Seus efeitos são potencialmente iguais ou superiores ao da restrição calórica e da atividade física. Acredita-se que o mesmo estimula as sirtuínas (enzimas reguladoras dos mecanismos de longevidade), que diminuem a ação de vários genes, o que contribui para evitar doenças. Além de ativar a produção de mitocôndrias (geradoras de energia), que aumentam a resistência física. INDICAÇÕES
      Resveratrol atua como antioxidante natural protege o organismo contra doenças. É indicado como um preventivo contra doenças coronárias, arterioesclerose, diminui a taxa de colesterol, melhora a gota e a artrite.
      Desempenho atlético 1- Johan Auwerx (no Instituto de Genética e Biologia Molecular e Celular, em Illkirch, França) e co-autores publicaram um artigo online na revista Cell, em novembro de 2006. Ratos tratados com o Resveratrol, durante 15 semanas apresentaram melhor resistência na esteira do que os ratos de controle. O estudo confirmou a hipótese de Sinclair, que os efeitos do Resveratrol, são efetivos para a ativação de SIRT1
      FARMACOCINÉTICA
      Existem estudos limitados em animais e humanos que indicam a possibilidade do Resveratrol ser absorvido no trato gastrintestinal. A biodisponibilidade é relativamente baixa, devido ao seu rápido metabolismo e eliminação. CONCENTRAÇÃO RECOMENDADA
      De 5 a 50mg por dia. Para prevenção de doenças cardiovasculares, administrar de 5 a 10mg. E como adjuvante na terapia de doenças cardiovasculares, administrar de 15 a 30mg.
      EFEITOS ADVERSOS
      Prurido, urticária, inchaço no rosto e mãos, inchaço ou formigamento na boca ou garganta, opressão torácica e dificuldade respiratória.
      PRECAUÇÕES
      Suplementos com Resveratrol não devem ser administrados a mulheres grávidas ou em fase de lactação, pois ainda não foi estabelecida essa segurança. Mulheres com histórico de câncer induzido por estrógenos, tal como câncer de mama, de ovário ou de útero, devem evitar o consumo de Resveratrol, pois este apresenta estrutura química similar ao estrógeno sintético Dietil-betaestradiol sugerindo que o Resveratrol possa agir como agonista estrogênico. INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS
      Pode aumentar o risco de hemorragia quando administrado com varfarina, dipiridamol, AINES e aspirina. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
      BERNARDINO, M.J., SOUZA, V.M.. A Farmacologia do Suplemento. São Paulo, 2010. Farina A, Ferranti C, Marra C (2006). "An improved synthesis of resveratrol". Nat. Prod. Res. 20 (3): 247-52. doi: 10.1080/14786410500059532. PMID 16401555.
       

      ADVERTÊNCIAS 
      1- Não use medicamentos vencidos.  
      2- Mantenha em local fresco e ventilado.
      3- Verifique as indicações do rótulo quanto ao uso e estado de armazenamento.  
      4- Evite contatos com os olhos.
      5- Mantenha sempre longe do alcance de crianças.  
      6 - Em caso de reações ou hipersensibilidade descontinuar o uso.
      7- Não use medicamento ou cosméticos sobre a pele lesionada desde que não seja indicado.  
      8- Os resultados e eficácia desses insumos foram avaliados e comprovados pelo fabricante. Estudos conclusivos que comprovam sua ação estão descritos e citados em referências bibliográficas. Não há como garantir os resultados dos mesmos, pois dependem de vários fatores: sua correta utilização, de pessoa para pessoa, fatores ligados a alimentação, dietas, exercícios físicos, outras reações que possam interferir no tratamento.
      9- Não use este produto em menores de 18 anos.
      10- Observe a bula de orientação e advertências.
      11- As informações das  substâncias são retiradas das literaturas dos fabricantes e  de oficiais reconhecidas.  
      12- Não deve ser usado por mulheres grávidas sem orientação do médico.  
      13- Não é recomendado o uso durante a amamentação.  
      14- Pessoas diabéticas (contém glicose e frutose), problemas cardíacos, pressão alta, problemas na tireóide, glaucoma, depressão, tratamentos psiquiátricos ou outras doenças devem consultar um médico antes do uso.
      CASO OS SINTOMAS PERSISTIREM, O MÉDICO DEVERÁ  SER CONSULTADO.   
      Use sempre medicamento sob orientação de um profissional habilitado, venda sob  prescrição de profissional habilitado, podendo este ser o farmacêutico responsável desta empresa, de acordo com a resolução 586/2013, do Conselho  Federal de  Farmácia, qualquer dúvida  ou orientações procure um de nossos farmacêuticos.   
      Não use medicamentos na gravidez, na amamentação ou em doenças crônicas antes de consultar um médico.


       
    • Dados Técnicos maisinfo
    • Status de uso: Novo
      Fabricante: Biolife
      Garantia: 4 meses
      Embalagem: 14 x 19 x 9 cm (Largura X Comprimento X Altura)
      Peso: 0,050 kg
      Quantidade de itens na embalagem: 1

      Para mais informações sobre o produto ligue para: (41) 3233-5704 ou via whatsapp (41) 99947-9413
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    • Disponibilidade: Entrega Imediata
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Use sempre medicamentos sob orientação de um profissional habilitado, venda sob prescrião de um profissional habilitado, podendo este ser o farmacêutico responsável desta empresa, de acordo com a resolução 586/2013, do Conselho Federal de Farmácia, qualquer dúvida ou orientações procure um de nossos farmacêuticos. Não use medicamentos na gravidez, na amamentação ou em doenças crônicas antes de consultar um médico.
 
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